
Baleada no pescoço durante um assalto na loja em que trabalhava em 2002, Patrícia ficou tetraplégica e buscou o esporte para recuperação. Praticou basquete em cadeiras de rodas antes de decidir ir às piscinas, mesmo sem saber nadar, em 2009.
Apesar de começar do zero, com 32 anos, a capixaba se encontrou nas águas. Foi medalha de prata na prova 4x50m livre nos Jogos Paralímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, e, agora, conquistou, Jogos Parapan-Americanos, outra prata.
Com fôlego de sobra aos 41 anos, ela vai competir em sete provas: 100m e 200m livres; 50m peito e 150m medley, além dos revezamentos 4x50m livre e 4×50 medley 20 pontos, além dos 50m livre.
“Satisfação imensa representar meu Estado e meu País.”, garante.

Na mesma prova, a brasileira Joana Neves conquistou a medalha de ouro. E por pouco o pódio não foi todo brasileiro: Esthefany Rodrigues ficou em quarto lugar.