
Em entrevista à Rádio Globo, o dirigente afirmou que as operações são paralelas e alimentou o desejo da torcida em ter os astros com a camisa tricolor em 2019.
“Apesar de ser discreto, gosto de ousar. Vamos torcer para que sejam os dois, quem sabe. Estou trabalhando. O Fernando Diniz tem modelo para colocar os dois para correrem bastante”, disse ele.
Para o ano, o Flu estipulou teto salarial em R$ 150 mil por atleta. Angioni afirmou que não vai sair da linha de austeridade financeira do clube e garantiu que as operações se encaixam no orçamento. A equipe tricolor tenta fazer com que os detentores dos direitos dos jogadores sejam parceiros no pagamento de salários.
“O Ganso é uma situação tranquila para nós. Se vier, será em uma situação bem confortável. Não temos como competir com o que ele ganha no Sevilla ou no Amiens, mas buscamos entendimento que não encareça o orçamento mensal e anual no futebol. A situação do Nenê está no mesmo pacote. O Fluminense não vai sair um milímetro se vier a acontecer”, disse.