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O caso de uma bebê de 9 meses, chamada Birdie, que mora na Austrália, tem chocado a todos nos últimos dias. Isso porque ela menstruou e foi diagnosticada com puberdade precoce, conforme foi publicado no tabloide inglês The Sun.
Suspeitando de uma grave infecção nos rins, Sarah Regan, a mãe da criança, logo correu para a emergência, mas depois de submeter a garotinha a diversos exames, os médicos fizeram uma cintilografia óssea (exame que determina o desenvolvimento dos ossos) e concluíram que eles já estavam avançados para a idade.
O diagnóstico de puberdade precoce assustou a família, como contou Sarah ao The Sun. “A fralda cheia de sangue acabou sendo sua primeira menstruação”, relatou.
O caso aconteceu em 2020, mas tem repercutido mundialmente agora após a publicação do artigo. Birdie segue sendo monitorada, tendo que passar por exames de raio-x, ultrassom e dosagem de hormônios a cada seis meses. Ainda segundo a mãe, os sangramentos continuaram, mas não surgem mensalmente e sim de forma irregular.
” Ela teve outros sangramentos desde a primeira vez. Não é mensal, é esporádico, o que torna muito difícil rastrear, mas estamos tentando garantir que isso não a afete fisicamente, pois pode impactar seu crescimento e aparência”, explicou a mãe.
“Ela teve outros sangramentos desde a primeira vez. Não é mensal, é esporádico, o que torna muito difícil rastrear, mas estamos tentando garantir que isso não a afete fisicamente, pois pode impactar seu crescimento e aparência”, explicou Sarah.
Atualmente, a criança tem quase 3 anos de idade. Os acompanhamentos são necessários para o caso de surgir qualquer alteração no diagnóstico. Outras características da puberdade precoce não são notadas, como o desenvolvimento das mamas e o aparecimento de pelos.
Por esse motivo que os exames de acompanhamento precisam ser feitos periodicamente, para que, caso se note qualquer alteração relacionada ao diagnóstico, Birdie possa ser devidamente tratada.
“É o que monitoramos e, se parecer que isso está acontecendo em qualquer estágio, iniciaremos um tratamento hormonal com injeções de hormônios para retardar a puberdade até que ela esteja em uma idade apropriada para passar por isso”, disse Sarah.
A mãe de Birdie ainda relatou que a filha já frequenta a escola, e que, por esse motivo, teve que informar aos profissionais sobre o caso, para que eles saibam como lidar com a situação, algo que ela terá que repetir com outras pessoas do círculo de sua filha ao longo de toda a infância.
“Eu odeio o fato de ter que explicar isso toda vez conforme ela cresce. Quando começar a escola primária, vou ter que explicar aos professores, mas é importante que as pessoas saibam. Eu também não quero que elas sejam complacentes, afinal, se encontrarem sangue nas roupas íntimas de uma criança, isso precisa ser investigado”, comentou.