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Divórcio do primeiro-ministro dos Emirados Árabes pode custar R$ 4,1 bilhões

Decisão do Tribunal britânico que condenou Mohammed bin Rashid Al-Maktoum, saiu nesta terça-feira (21)

Divórcio do primeiro-ministro dos Emirados Árabes pode custar R$ 4,1 bilhões

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A maior indenização por divórcio já concedida por um tribunal inglês na história. O Tribunal britânico condenou o emir de Dubai, Mohammed bin Rashid Al-Maktoum, nesta terça-feira (21) a pagar US$ 725 milhões cerca de R$ 4,1 bilhões à ex-mulher e aos filhos.

Uma das seis esposas de Al-Maktoum, Princesa Haya Bint Al-Hussein da Jordânia,  mas fugiu de Dubai e pediu à Justiça britânica proteção para um de seus filhos de um casamento forçado e também uma medida protetiva contra assédio e ameaças.

Segundo informações do G1, o juiz Philip Moor ordenou que o governante de 72 anos pague 251,5 milhões de libras (US$ 340 milhões) à princesa Haya Bint Al-Hussein da Jordânia, de 47 anos, e 290 milhões de libras (US$ 385 milhões) para cobrir o sustento de seus filhos, Al Jalila, de 14 anos, e Zayed, de 9 anos.

A Justiça britânica já havia condenado o emir de Dubai em março de 2020, pelo sequestro de duas filhas e por ameaças à ex-mulher Na ocasião, a Justiça concluiu que Al-Maktoum encomendou o sequestro das filhas e promoveu uma campanha de intimidação contra a princesa Haya.

Segundo a decisão, o emir usou sua influência para que fossem feitas reportagens contra a princesa e ordenou que seguranças, de dentro de um helicóptero, ameaçassem largá-la no deserto.

Na época, Al-Maktoum afirmou que a Justiça britânica foi parcial e o assunto era de família.

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