
O caso só foi descoberto por meio de câmeras de segurança, que confirmaram as suspeitas da direção da casa.
“Suspeitamos quando alguns dos nossos empregados constaram que, alguns dos residentes do sexo masculino, pareciam estar em um estado perpétuo de ereção”, explicou Elise Wood, gerente do lar de idosos.
Um outro funcionário da casa explicou que, além de dar o medicamento, Giselle chegou a fazer sexo com 24 residentes por dia. Uma parte deste grupo, segundo outro funcionário, alegou que “gostava” dos abusos.
“Ela foi a melhor coisa que me aconteceu desde que a minha mulher faleceu, há 35 anos, mas admito que passar 16 horas do dia com uma ereção era um pouco chato”, disse um dos idosos.
Giselle está detida à espera de julgamento e pode passar até 10 anos de prisão.