
Ela contou ao Daily Mail que um caroço apareceu no útero em função do tamanho do feto. Isso levou os médicos a achar que outro bebê estaria escondido nas ultrassons.
“Começamos a acreditar que outro bebê estava escondido dentro do meu útero”, disse a mãe.
A filha Emília começou a ganhar muito peso nos últimos meses da gestação, alcançando o peso médio de um bebê de 36 semanas no ultrassom de 32 semanas.
“Minha barriga estava tão grande que fiquei com muitas estrias. Minha pele estava tão frágil por causa do estiramento, que sangraria se eu me levantasse rápido demais”, contou a inglesa ao Daily Mail.
Amber relata que ficou 24 horas em trabalho de parto. “Eu estava com oito centímetros de dilatação e ela não conseguia ir mais longe. Se ela tivesse descido mais, os médicos não poderiam tê-la puxado para cima e ela teria ficado presa”, destaca.

“Ficamos muito felizes por ser apenas um bebê e por ele ser saudável”, contou a jovem, que está na fila de espera para sessões de fisioterapia. Ela precisa de ajuda para curar os músculos do estômago, que foram muito afetados na gravidez.
“Não posso abraçar ou amamentar a Emilia porque ela é muito pesada e não tem proteção para os meus órgãos, mas estou melhor. Ainda estou tão desconfortável quanto quando estava grávida, mas me sinto muito mais leve”, completou a mãe de primeira viagem.