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Portugal registra alta de preços e fica sem quartos para todos os estudantes

Diante do cenário, o governo anunciou um reforço nas medidas destinadas ao alojamento estudantil

Diante do cenário, o governo anunciou um reforço nas medidas destinadas ao alojamento estudantil

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O novo ano letivo, que começou em setembro em Portugal, tem sido marcado pela escassez na oferta de casas para os estudantes universitários. O problema acontece em todo o país, mas é sentido com mais força em Lisboa e no Porto. Um levantamento do Observatório do Alojamento Estudantil, publicado pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) indica que, nos últimos 12 meses, houve um recuo de cerca de 80% na oferta particular de quartos para estudantes.

Além de mais escassos, os quartos também ficaram, em média, quase 10% mais caros. Segundo o relatório, houve um aumento médio de preço em 18 das 20 cidades analisadas. Com alta média de 30% em relação ao ano letivo anterior, os preços dos quartos no Porto foram os que mais subiram em Portugal. Braga e Funchal (ilha da Madeira) aparecem empatadas com o segundo maior aumento, de 25%.

Em Lisboa, os preços cresceram 17%. Atualmente, o estudante que procura um quarto na capital portuguesa desembolsa, em média, EUR 381 (cerca de R$ 1.972) – em setembro de 2021, seriam EUR 326 (R$ 1.687).

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