Após a morte do marido, a viúva Cheryl Wenzel encontrou uma forma inusitada de homenagear a memória do ex-companheiro: emoldurou a sua pele tatuada. Chris Wenzel era um verdadeiro apaixonado por tatuagens e tinha 41 anos quando morreu em outubro de 2018 de falência cardíaca.
O caso aconteceu no Canadá e há anos ele lutava contra uma retocolite ulcerativa, doença crônica que provoca inflamações e lesões no intestino. Chris e Cheryl tiveram cinco filhos.
Porém, a ideia não pintou do nada na cabeça de Charyl. Antes de morrer, a vontade de Chris era que suas tatuagens fossem preservadas. “Por que eu iria querer que tantas horas de trabalho de tatuagem no meu corpo fossem enterradas comigo?”, disse Chris antes de morrer, segundo a mulher.
Para atender o pedido do marido, Cheryl descobriu que um existia um serviço para fazer esse serviço nos Estados Unidos. Um deles se chama “Save My Ink Forever” (algo como “salve a minha tatuagem para sempre”, em tradução livre”). Empresas como essas trabalham em casas funerárias para preservar tatuagens de pessoas mortas.
“Quando meu marido faleceu, metade de mim faleceu com ele”, conta Cheryl. “Não sabia o que fazer. Só sabia que queria levar a cabo sua preservação. Tive de deixar minhas emoções de lado para resolver essa questão.”

Agora, Cheryl tem levado o quadro com as tatuagens do marido a convenções de tatuadores no Canadá. Ela quer que as artes do marido sejam como um lembrete de que a vida continua após a morte. “Vejo como uma linda arte. Para mim, foi como trazer meu marido de volta. Consigo vê-lo todos os dias”, conclui.
