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Consumidor falha na hora H e vai ao Procon reclamar

Na foto: a diretora do Procon de Vitória Hérica Correia. Foto: Rodrigo Gavini Consumidores da Grande Vitória têm buscado as agências do Procon para ...

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Economia Procon Na foto: a diretora do Procon de Vitória Hérica Correia. Foto: Rodrigo Gavini Na foto: a diretora do Procon de Vitória Hérica Correia. Foto: Rodrigo Gavini

Consumidores da Grande Vitória têm buscado as agências do Procon para solução de problemas ou reivindicar os seus direitos, e acabam reclamando de situações curiosas.

É o caso de um aposentado, de 60 anos, que foi ao Procon da capital para reclamar que fez um tratamento médico para curar a impotência sexual, mas não funcionou e ele permaneceu impotente.

A gerente do Procon Municipal de Vitória, Herica Correa, disse que o consumidor esteve no órgão para solicitar que fosse ressarcido de um tratamento para impotência sexual que não surgiu o efeito desejado.

[quote]“Nós abrimos um processo para análise do caso e solicitamos uma resposta da clínica, que alegou ser um problema médico do paciente”, disse Herica.[/quote]

Nestes casos, ela explicou que a clínica não tem responsabilidade pelo resultado final, pois vai depender de uma questão médica ou de saúde da pessoa.

“É diferente de uma cirurgia plástica, por exemplo, em que o paciente contrata um procedimento médico para alcançar um determinado resultado estético e físico”, esclareceu Herica.

Essas reclamações inusitadas, segundo Herica, são esporádicas e, mesmo que estejam fora do cotidiano de atendimento no órgão, são analisadas e encaminhadas para mediação, quando necessário.

[quote]“Orientamos os consumidores que tenham atenção e verifiquem a empresa antes de adquirir um produto ou serviço”, finalizou Herica.[/quote]

Outro fato curiosos

No Procon da Serra, outra situação chamou atenção. Uma dona de casa foi reclamar que um supermercado do município não estava lhe fornecendo sacolas plásticas. Mas ela não ia ao local para comprar, e sim apenas para buscar a sacola de graça.

Segundo o diretor do Procon da Serra, Sérgio Rocha Menegheli, o estabelecimento não é obrigado a fornecer sacola para o consumidor, nem quando ele está comprando.

Em todos os casos, quando os consumidores se sentirem lesados pela falha em serviços e produtos, ou houver dúvidas, podem buscar o auxílio dos órgãos de defesa para analisar a situação.

A diretora-presidente do Procon Estadual, Denize Izaita, esclareceu que os órgãos são responsáveis pelo atendimento de situações em que exista uma relação de consumo, com amparo legal pelo Código de Defesa do Consumidor. “Estamos aqui para orientar os consumidores”, ressaltou Denize.

*Matéria completa no jornal A Tribuna de sábado (22).

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