
Segundo Marlete Armani Martins, 35 anos, mulher do dono da sorveteria, um eletricista estava no local para monitorar a máquina que estava apresentando defeito. A máquina utiliza álcool no resfriamento que conserva mais que outro material.
Marlete contou que estava em sua casa, que fica no andar térreo, abaixo da fábrica, quando ouviu o barulho da explosão. Logo depois, ela percebeu a movimentação e correu para pedir ajuda aos vizinhos.

Após a explosão, o fogo se alastrou. O dono do estabelecimento, José Antônio Martins, 45 anos, utilizou dois extintores de incêndio do local e um do carro para tentar apagar o fogo. Sete funcionários estavam no local e também tentaram conter as chamas com alguns extintores emprestados por vizinhos. “Meu marido usou os dois extintores de incêndio para tentar apagar o fogo e ainda pegou o extintor do carro. Duas outras vizinhas emprestaram os extintores que tinham”, disse Marlete.
O incêndio durou cerca de 1 hora. O Corpo de Bombeiros esteve no local para conter as chamas, e também dois carros da Defesa Civil. Não há informação sobre maiores danos no local.
O dono da fábrica foi levado por vizinhos para o Hospital Meridional por ter inalado fumaça durante sua tentativa de conter as chamas. Os funcionários não ficaram feridos.
Com informações de Taís de Hollanda