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PM prende homens com barras de ferro, arma e ingressos para o clássico entre Corinthians e Palmeiras

Policiais encontraram um revólver calibre 32, 12 barras de ferro, fogos de artifício e dez ingressos para o jogo deste domingo. Foto: Divulgação / PM ...

PM prende homens com barras de ferro, arma e ingressos para o clássico entre Corinthians e Palmeiras
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Policiais encontraram um revólver calibre 32, 12 barras de ferro, fogos de artifício e dez ingressos para o jogo deste domingo. Foto: Divulgação / PM SP

A Polícia Militar de São Paulo disse que prendeu dois torcedores do Corinthians após uma perseguição de carro em Barueri (SP) na manhã deste domingo (5). Segundo a corporação, a placa do carro em que os torcedores estavam foi identificada como envolvida em crimes na região.

Ao deterem o carro, os policiais encontraram um revólver calibre 32, 12 barras de ferro, fogos de artifício e dez ingressos para o jogo deste domingo, na Arena Corinthians, contra o Palmeiras. De acordo com o tenente Gustavo Morales, que participou da operação, os suspeitos disseram que estavam armados para se defender de possíveis agressões da torcida do Palmeiras no jogo de logo mais.

“O passageiro estava com o revolver municiado e um celular, produto de ilícito, roubo ou furto”, disse o tenente. “O motorista tinha uma quantia de droga, maconha, cocaína e crack, além de R$ 2016 e dez ingressos pro jogo de hoje. Segundo eles, estavam com esse material pro caso de ocorrer uma possível briga eles poderem se defender.”

Os corintianos foram presos em flagrante por porte ilegal de armas e tráfico de drogas

Também de acordo com a polícia, foram identificadas quatro vítimas de supostos roubos (celular e dinheiro), que reconheceram os suspeitos na delegacia.

O tenente afirmou que os suspeitos tinham carteirinhas da torcida organizada Gaviões da Fiel.

O clássico deste domingo é decisivo para o Campeonato Brasileiro e, como todo clássico em São Paulo, terá a presença apenas de uma das torcidas, no caso a do Corinthians.

A polícia disse que os suspeitos ainda não tinham advogado constituído.

Reportagem: UOL/Folhapress

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