
A apreensão do adolescente foi realizada pela Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), após um pedido feito à Justiça.
As ameaças foram postadas no dia 1º de abril deste ano, falando em promover um massacre em uma escola particular, localizada em Jardim América. Ele não é estudante desta ecola. Na época, o adolescente foi convocado para depoimento e alegou que tudo não “passava de uma brincadeira, em razão de 1º de abril”, conforme explicou o delegado Brenno Andrade, titular da DRCC.
Durante a investigação, a polícia encontrou diversas referências ao massacre em São Paulo, onde dez pessoas foram mortas neste ano. Após o depoimento à DRCC, o adolescente ainda teria “se vangloriado” de estar sendo investigado pela polícia.
“Segundo a família, o adolescente tem histórico de depressão e automutilação. Entendemos por bem solicitar esta medida de apreensão, uma vez que a comunidade escolar continuava com medo diante deste fato”, explicou o delegado, durante a coletiva de imprensa.