- Vitória, ES 23°C

Vitória 23°C

Anúncio
Polícia

Adolescente de 17 anos é morta a socos e chutes por 5 mulheres

33° Distrito Policial de Pirituba Uma adolescente de 17 anos foi assassinada a socos e chutes num posto de gasolina na madrugada desta sexta-feira ...

Última atualização

Adolescente de 17 anos é morta a socos e chutes por 5 mulheres 33° Distrito Policial de Pirituba

Uma adolescente de 17 anos foi assassinada a socos e chutes num posto de gasolina na madrugada desta sexta-feira (8), em Pirituba, zona norte de São Paulo.

Cinco mulheres -duas delas já identificadas- são suspeitas de envolvimento no assassinato. De acordo com testemunhas, elas teriam agredido Maria Gabriela Tomé, 17, porque ela teria um relacionamento amoroso com o marido de uma das autoras do crime.

Após o espancamento, a jovem foi socorrida por frequentadores do posto, que levaram Maria Gabriela até o pronto-socorro de Pirituba, onde ela morreu.

Após ser acionada, a Polícia Militar identificou uma testemunha do crime. Com as informações fornecidas por ela, os policiais identificaram duas mulheres: Shirley Nascimento Barbosa, 27, e Vitória Cristina (idade não informada).

De acordo com o relato da testemunha, Shirley, Vitória e outras três mulheres ainda não identificadas iniciaram as agressões no pátio do posto, que fica na rua Coronel José Rufino Freire, em frente a uma comunidade onde costumam ocorrer bailes funk.

O motivo do crime, segundo a testemunha, seria passional. A vítima estaria saindo com o marido de Shirley.

Segundo a mesma testemunha, a jovem morta estaria usando lança-perfume sozinha na hora do crime e teria também usado cocaína.

Os policiais fizeram buscas na região, mas não localizaram as suspeitas. A Polícia Civil pediu ao posto que entregue imagens de câmeras para identificar as demais suspeitas.

No chão

Funcionários do posto relataram à reportagem que Maria Gabriela foi abordada pelas cinco mulheres em frente à loja de conveniência.

Uma delas desferiu um soco, levando a jovem ao chão, onde foi chutada várias vezes na cabeça. “Ela já parecia estar morta quando levaram ela para o hospital. Ela já está bem debilitada antes do espancamento, estava usando lança-perfume”, disse um deles.

Tanto a jovem quanto as agressoras costumavam frequentar o posto. De acordo com um funcionário, duas das envolvidas voltaram ao local na noite de sexta-feira, horas após o crime para comprar cigarros e bebidas.

“Esse crime é uma barbaridade. Mas aqui tem comunidades, violência. Aqui a criança chora e a mãe não vê”, afirmou um frentista.

 

Folhapress

Mais Lidas

Ver tudo ›

    Bem-vindo(a) ao
    Tribuna Online!

    Seu bloqueador de anúncios está ativo.

    A publicidade ajuda a manter nosso jornalismo. Libere os anúncios para apoiar o Tribuna Online.

    Obrigado por apoiar o jornalismo local.