Os advogados da pastora Juliana Salles, mãe dos meninos Kauã e Joaquim, que morreram carbonizados no dia 21 de abril, em Linhares, no Norte do Estado, estão atentos às ameaças de morte e ofensas que a cliente tem recebido nas redes sociais. Tanto que eles já planejam tomar uma atitude quanto a esses comentários.
“Nós já estamos tomando as devidas providências sobre isso. Ameaçar alguém é bem grave”, alertou a adovogada Taycê Akscki, que ao lado de outros dois profissionais, cuida da defesa do marido de Juliana, o também pastor George Alves, que desde o dia 28 de abril está preso no Centro de Detenção de Viana, suspeito de atrapalhar as investigações da polícia.
Novo depoimento
Na manhã de quinta-feira (3), a pastora Juliana Salles prestou um novo depoimento sobre o incêndio que matou os filhos Joaquim Alves Salles, de 3 anos, e Kauã Salles Burkovsky, de 6, na Delegacia Regional de Linhares. Ela foi ouvida pelo delegado Romel Piol de Abreu Júnior, responsável pela investigação.
Juliana teria chegado à delegacia às 7h30 da manhã. A pastora deixou a delegacia mais de quatro horas depois, por volta das 11h35. Segundo informações, ela teria chorado durante o depoimento.
