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Ameaçada, Luana pediu ajuda em grupo de amigas: “ele estava no ponto de ônibus”

Assustada com as ameaças que sofria do ex-namorado Rodrigo Pires Rosa, 38 anos, a técnica de segurança do trabalho Luana Demonier, 25 anos, pediu ...

Última foto publicada por Luana nas redes sociais

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Última foto publicada por Luana nas redes sociais (Foto: Reprodução/ Instagram)

Assustada com as ameaças que sofria do ex-namorado Rodrigo Pires Rosa, 38 anos, a técnica de segurança do trabalho Luana Demonier, 25 anos, pediu ajuda em um grupo de amigos no dia que foi morta.

“Quem tá me procurando de novo? Rodrigo. Ele estava no ponto aqui da minha casa, aqui mesmo, no ponto mesmo. Quando minha mãe me mostrou, eu falei ‘mãe, por que você não chamou a polícia?’. Ela falou bem assim: ‘ele está ali no ponto te esperando’”, narrou a jovem, que foi morta a facadas na noite de terça-feira (9), no bairro Vila Capixaba, em Cariacica.

Nos áudios enviados na rede social, a vítima afirmou que tinha acabado de acionar a Polícia Militar, “porque está parecendo muito que é o Rodrigo que está em frente à minha casa. Não tem como eu ver porque está escuro”.

Na manhã de terça, o acusado entrou no mesmo ônibus que a técnica estava para ir ao trabalho e voltou a ameaçá-la, segundo a irmã.

Rodrigo Pires Rosa, de 38 anos (Foto: Reprodução/TV Tribuna)

Uma viatura da Polícia Militar que atende ocorrências da Lei Maria da Penha esteve no bairro Vila Capixaba para aguardar a chegada de Luana na noite do crime, mas ela foi surpreendida pelo homem em uma rua antes da que os policiais estavam, por volta de 19h30. A vítima tinha uma medida protetiva contra Rodrigo. 

Já na tarde de quarta (10), o investigado procurou a Rede Tribuna de Comunicação para apresentar sua versão do caso e afirmou que o “Coringa”, vilão das histórias do herói Batman, é quem teria cometido o crime.

Depois da entrevista exclusiva à TV Tribuna, o homem procurou a Delegacia de Polícia, localizada na Praia do Canto, e, após ser levado para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Mulher (DHPM) e interrogado, ele confessou ter cometido o crime.

Aos policiais, ele contou que encontrou por duas vezes com Luana, no dia do crime, sendo as duas vezes em um ônibus: uma pela manhã, quando a vítima saía para o trabalho, e outra no início da noite, quando ela retornava. Durante o almoço, Rodrigo conseguiu um facão, que estava usando no momento do crime.

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