
Mario Kiihl, de 52 anos, foi encontrado caído no chão da sala. Colegas dele tinham ido até o local porque o caseiro não tinha aparecido no trabalho, como costumava fazer logo cedo. Chegando na casa, eles viram o corpo e chamaram a polícia.
Quando os investigadores entraram no imóvel, viram tudo revirado: armários com portas abertas e gavetas remexidas. Além disso, havia sinais de arrombamento, indicando que alguém teria entrado lá pelo teto do banheiro, onde havia uma tábua.
A vítima foi executada com um tiro de espingarda de chumbinho, conhecida popularmente como “chumbeira”. A suspeita é que ele tenha sido atingido por volta das 17h do dia anterior. Nesse horário, segundo testemunhas, Mario teria chegado em casa ao voltar de uma pesca.
A notícia do assassinato correu rápido pela região. Quem conhecia a vítima disse que ele era uma pessoa tranquila, que trabalhava no sítio há muitos anos e que não tinha desavenças nem armas na casa.
Testemunhas ainda revelaram aos investigadores que, durante a semana, Mario teria vendido algumas galinhas e 13 porcos, no valor de R$ 130 reais. Esse dinheiro não foi encontrado na casa, o que reforçou a suspeita de latrocínio (roubo seguido de morte). A Polícia Civil vai apurar o caso para determinar o real motivo do crime.