A defesa de Dionathas Alves Vieira, executor confesso da médica Milena Gottardi, e Bruno Rodrigues, acusado de conseguir a moto usada por Dionathas no crime, dispensou testemunhas de defesa.
Segundo o advogado dos dois réus, Leonardo da Rocha, para Dionathas, que confessou o crime, não haviam sido arroladas testemunhas de defesa. “Não há nenhuma prova a ser produzida com relação a ele, a não ser seu próprio depoimento”.
Já em relação a Bruno, a defesa desistiu da testemunha por entender que não foram produzidas provas contra Bruno.