
De acordo com a polícia, foram os próprios moradores que viram o corpo e avisaram a uma viatura. No local, a vítima estava com as mãos amarradas com uma espécie de cinto, e a bermuda abaixada. Ninguém presenciou o crime.
Vitor trabalhava em uma lanchonete em Taquara, mesmo bairro onde morava. Por volta das 16h30, a vítima estava em um barbeiro, cortando o cabelo, quando recebeu uma ligação. Ele teria ido ao encontro dessa pessoa, mas ninguém sabe quem seria ou o porquê dele ter ido. Às 17h, ele não apareceu no trabalho, o que preocupou o patrão.
“A mãe dele foi quem viu em grupos que compartilham notícias de homicídios a foto dele e reconheceu na hora. Ela foi a primeira da família a saber”, revelou um cunhado da vítima, de 32 anos, que não quis se identificar.
De acordo com os familiares do chapeiro, que foram reconhecer o corpo do Departamento Médico Legal (DML) de Vitória, o rapaz já teve envolvimento com o tráfico de Porto Novo, em Cariacica, quando era menor de idade. No entanto, a família garante que ele tinha abandonado o crime e estava iniciando a vida, focado no trabalho. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa do município.