
Toda a agressão foi registrada pelas câmeras de segurança do ônibus.
O caso gerou revolta entre os passageiros, que acionaram a polícia. A mulher foi levada para a Delegacia de Laranjeiras, também na Serra, onde foi registrado um boletim de ocorrência.
Em nota, a GV Bus, que representa as empresas do sistema Transcol, lamentou o fato e defendeu a implantação das chamadas “roletas duplas”. Na visão da empresa, a roleta dupla visa “garantir a segurança dos passageiros e também dos profissionais que atendem a população”.
Veja a nota da GV Bus:
O GVBus lamenta o fato, e ressalta que os profissionais que estavam dentro do coletivo, em especial a cobradora, agiram de maneira correta, cumprindo com o papel dela: que é o de coibir esse tipo de ação, que é muito comum e que tem impacto direto na vida dos passageiros. Afinal, quando alguém deixa de pagar a passagem, esse valor é repassado para o usuário que paga a tarifa. Ao todo as empresas registram uma média de 100 mil pulos por mês, que causam um prejuízo mensal de R$ 340 mil. É importante lembrar que pular a catraca é crime com pena de detenção de 15 dias a 2 meses ou multa prevista no Código Penal (Art. 176).
Destacamos ainda como positiva a ação dos passageiros, que chamaram a polícia e ficaram ao lado da cobradora.
A empresa responsável pelo coletivo informou que cobradora passa bem, e que ela, assim como o motorista, receberam assistência e acompanhamento psicológico.