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Colete salva policial militar durante tiroteio em morro de Vitória

Um jovem de 22 anos morreu e um policial militar foi salvo pelo colete balístico após um confronto na noite desta terça-feira (14), no Morro do ...

Colete atingido pelos tiros durante o confronto

Última atualização

Um jovem de 22 anos morreu e um policial militar foi salvo pelo colete balístico após um confronto na noite desta terça-feira (14), no Morro do Quadro, em Vitória. Uma arma, que teria sido encontrada com o suspeito atingido, foi apreendida.

O policial, que não teve o seu nome divulgado, sofreu dois tiros na altura do coração, mas não foi ferido por conta do colete.

Colete atingido pelos tiros durante o confronto (Foto: Divulgação / Polícia Militar)

O caso começou quando uma equipe que fazia o patrulhamento pelo bairro fez um cerco a uma escadaria, na intenção de localizar traficantes que estariam no local. Dois policiais foram pela parte alta, e outra dupla por baixo.

Nesse momento, de acordo com o Boletim de Ocorrência, três suspeitos subiram as escadas correndo em direção ao topo, todos armados. Eles não teriam obedecido a ordem de parada da polícia e teriam atirado em direção aos militares, que também dispararam.

Os agentes pediram apoio, e, com a chegada de mais viaturas, fizeram buscas pela escadaria. No alto estava o jovem identificado como Wagner Julio Cordeiro de Oliveira, de 22 anos. Ele estava baleado, e, segundo o registro policial, com um revólver e um rádio comunicador nas mãos.

Ele foi socorrido para o Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE), mas não resistiu e morreu. Na unidade de saúde, os policias ainda foram informados de que o jovem estaria usando uma pochete com drogas, dinheiro e celular.

Colete

Além do jovem, um dos policiais que atuaram na ocorrência quase foi ferido: ele foi salvo pelo colete balístico, que ficou com duas marcas de tiros bem do lado esquerdo, próximo ao coração.

O secretário estadual de Segurança, coronel Alexandre Ramalho, comentou sobre o caso: “Nossas polícias estão se doando ao máximo. Temos uma legislação no Brasil que não alcança os interesses da comunidade. Uma criminalidade juvenil, de 12 a 19 anos, que não fica presa. Continuaremos trabalhando, e precisamos de outras ações nessas comunidades para mostrar a esses jovens que existem outros caminhos além do tráfico”.

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