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Procurado pela reportagem de A Tribuna, o servidor público que está sendo investigado pela Polícia Federal comentou sobre as acusações na noite de ontem.
Por meio de nota escrita por ele e enviada pela sua defesa, os advogados Israel Jorio e Raphael Boldt, o suspeito disse: “Não se condena ninguém antecipadamente”.
Em outro trecho da nota, ele declarou: “É um equívoco grave afirmar que houve superfaturamento, tomando como base os preços do álcool em gel em períodos de normalidade”.
Por fim, ele diz: “Outro grande erro é usar distorções para justificar suposições, como a compra de uma chácara com dinheiro proveniente de vantagens indevidas, quando a aquisição do bem é de mais de uma década atrás, portanto anterior aos fatos apurados. O cidadão de bem do Espírito Santo tem o direito de conhecer a verdade, e para isso não medirei esforços”.
Cargo na Secretaria da Agricultura
Apesar de não ter sido liberado pela Polícia Federal, o nome do suspeito, foi confirmado pela reportagem de A Tribuna que ele tem cargo na Secretaria da Agricultura. Porém, não está sendo identificado nesta reportagem porque as investigações ainda estão em andamento.
Somente o governo do Estado, em nota oficial, disse que o suspeito, antes de ser afastado do cargo pela Justiça, era servidor da Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag).