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Corpo encontrado em praia pode ser de funcionário de pet shop, diz irmã

A família de Bruno Augusto de Oliveira, de 40 anos, acredita que um corpo, que foi encontrado na quarta-feira (30), na Barra do Jucu, em Vila Velha, ...

O funcionário de uma clínica veterinária, Bruno Augusto de Oliveira, 40 anos, desapareceu na tarde do último sábado (26)

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A família de Bruno Augusto de Oliveira, de 40 anos, acredita que um corpo, que foi encontrado na quarta-feira (30), na Barra do Jucu, em Vila Velha, pode ser do funcionário de pet shop que desapareceu no último sábado (26).

Bruno Augusto de Oliveira, 40 anos, desapareceu na tarde do último sábado (26). (Foto: Acervo Pessoal)

O cadáver foi localizado na Praia dos Recifes. “Apareceu ontem um corpo na Barra do Jucu. A gente acredita que seja ele, infelizmente”, disse a irmã Stephanie Oliveira.

O corpo foi encaminhado para o Departamento Médico Legal de Vitória para exame cadavérico e identificação. 

“A Polícia Civil informa que o caso foi registrado como encontro de cadáver. O corpo da vítima foi encaminhado para o Departamento Médico Legal (DML) de Vitória, para ser identificado e para ser feito o exame cadavérico. Apenas após os exames será possível confirmar a causa da morte. A assessoria não tem autorização de passar informações sobre identificação e liberação de corpos”, diz a nota enviada pela assessoria.

Agora, a família aguarda um laudo que pode confirmar se o corpo é mesmo de Bruno. “Meu pai foi ontem ao DML, levou a documentação e a gente está aguardando um laudo para saber se precisam de mais alguma coisa. Não sabemos se teremos essa resposta hoje”, disse a irmã.

Desaparecimento

O funcionário de uma clínica veterinária, Bruno Augusto de Oliveira, 40 anos, desapareceu na tarde do último sábado (26).

De acordo com familiares, a última notícia que tiveram de Bruno foi quando ele enviou um áudio para a mãe enquanto estava em um supermercado em Itaparica, em Vila Velha.

Na gravação, ele afirmava que estava sendo perseguido. Bruno chegou a pedir ajuda de funcionários do local, que acionaram a polícia, mas saiu antes da chegada dos militares.

A família começou a fazer buscas desde o dia do desaparecimento. O celular de Bruno estava desligado.

“Estamos procurando ele em todos os lugares. Tentamos ligar para ele, mas o celular está desligado. Até o momento, não sabemos se ele realmente estava sendo perseguido ou teve um surto”, comentou a irmã do rapaz, Stephanie Oliveira.

Ela contou ainda que Bruno saiu de casa sem os documentos e que foi visto pela última vez com uma camisa, bermuda azul e boné.

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