|
Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda: false
Alinhar à direita: false
Alinhar ao centro: true
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Estilo:
Os advogados do médico anestesista Giovanni Quintella, preso em flagrante por estuprar uma grávida durante a cesariana, informaram que não seguem mais no caso. Em um momento anterior, a defesa disse que ainda não tinha acesso aos depoimentos e elementos de provas que foram produzidos durante o auto da prisão em flagrante.
A equipe é a mesma que defende Monique Medeiros, acusada pela morte do filho Henry Borel. No entanto, o grupo afirma que não possui interesse em defender o médico.
Giovanni foi preso após enfermeiras e técnicas de enfermagem da unidade gravarem um vídeo do médico colocando o pênis na boca da paciente, que estava anestesiada durante a realização do parto.
Ao terminar o ato de violência o anestesista pegou um lençol e limpou a boca da gestante. A ação durou cerca de 10 minutos. O vídeo serviu como prova e foi encaminhado à Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti, na Baixada Fluminense.
Ele foi preso em flagrante por estupro de vulnerável e transferido para o presídio, na Zona Norte. A pena de Giovani pode ser entre 8 a 15 anos de reclusão.