
Segundo a defesa, o mandado de prisão foi expedido no dia 18, no final da tarde, e Juliana estava em Teófilo Otoni (MG) para fazer um tratamento de saúde, pois não tinha condições de fazer em Linhares, já que não podia sair de casa porque estaria sendo ameaçada.
Confira a nota enviada pela defesa de Juliana Sales:
“Juliana não se encontrava foragida ou escondida, uma vez que a mesma sequer era investigada ou tida como suspeita da morte dos filhos, conforme concluiu a própria investigação da Polícia Civil de Linhares. A Pastora Juliana estava em Teófilo Otoni para acompanhamento médico psiquiátrico em virtude dos fatos ocorridos, uma vez que vinha sendo ameaçada de morte na cidade de Linhares. Na cidade de Teófilo Otoni, a mesma também estava sendo acompanhada por seus pastores e sendo cuidada por eles, inclusive frequentando cultos, o que afasta qualquer versão de que a mesma tivesse o animus de se esconder”, diz o comunicado.
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