
Para os investigadores da 16ª DP da Barra da tijuca, o garoto foi assassinado. A prisão é temporária, por 30 dias.
A investigação descartou a hipótese de acidente levantada pela mãe da criança em depoimento na delegacia.
Após duas autópsias, realizadas nos dias 8 e 9 de março, o médico legista Leonardo Huber Tauil, perito do Instituto Médico Legal (IML), emitiu laudo onde descreveu que a criança sofreu “múltiplos hematomas no abdômen e nos membros superiores, infiltração hemorrágica na parte frontal, lateral e posterior da cabeça”. O documento também apontou uma “grande quantidade de sangue no abdômen, contusão no rim e trauma com contusão pulmonar”.
Ainda segundo a polícia, o padrasto agredia o menino com chutes e golpes na cabeça e a mãe tinha conhecimento das agressões, pelo menos, desde fevereiro.
O casal também é suspeito de atrapalhar as investigações ameaçando testemunhas para combinar versões sobre os fatos.