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Polícia

ES: servidores e empresários investigados em operações contra lavagem de dinheiro

Dez servidores estaduais foram afastados dos cargos por decisão da Justiça; veja o que se sabe

Estão sendo cumpridos 35 mandados de busca e apreensão, incluindo residências, empresas e dependências de órgãos públicos
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Andressa Antunes

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, atua como repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, gestão estratégica de redes sociais, cobertura de eventos e produção de videocasts.

Última atualização



Operações simultâneas do Ministério Público cumprem, nesta quarta-feira (10), mandados de busca e apreensão e de afastamento de servidores nas cidades de Vitória, Vila Velha, Serra, Alfredo Chaves, Santa Teresa e Colatina. 

As ações, que receberam o nome de Operações Honos, Eagle e Chess, foram realizadas por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), com apoio da Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ) e da Polícia Militar. 

Segundo o órgão, os suspeitos são investigados por possíveis crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Entre os 26 alvos da operação, estão auditores fiscais, advogados, empresários e terceiras interpostas pessoas.

Estão sendo cumpridos 35 mandados de busca e apreensão, incluindo residências, empresas e dependências de órgãos públicos; e 10 mandados de afastamento cautelar do exercício da função pública, direcionados a auditores fiscais.

Ainda de acordo com o Ministério Público, as investigações tiveram início em 2022 e contaram com o apoio da Gerência de Inteligência Fiscal da Receita Estadual. 

Foram identificados indícios de corrupção relacionados ao recebimento de propinas por agentes públicos para que interferissem em procedimentos de fiscalização tributária e em julgamento de recursos administrativos, deixando de lançar ou cobrando indevidamente tributo de empresas, em prejuízo aos recursos estaduais.

As investigações seguem sob sigilo judicial.



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