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ABUSO

Estuprador passa por exames no DML e se recusa a falar com a imprensa

O acusado foi preso em flagrante, na tarde de segunda-feira (03), dentro de uma loja de roupas

Acusado de estupro

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Depois de tentar roubar, ameaçar, agredir, estuprar uma funcionária e ainda gravar o ato em vídeo, o acusado do crime, de 34 anos, passou pelo Departamento Médico Legal (DML), de Vitória, na manhã desta quarta-feira (05). Antes de ir para o presídio, ele foi questionado pela reportagem de A Tribuna sobre o que teria motivado todos os delitos, mas preferiu se manter em silêncio. 

A todo momento, o acusado tentava se desvencilhar das câmeras, com intuito de não ter o rosto revelado. Ao ser questionado se ele não teria pensado na mãe, no momento em que rendeu a vendedora, o criminoso abaixou a cabeça. 

O acusado foi preso em flagrante, na tarde de segunda-feira (03), dentro de uma loja de roupas, que fica em um bairro de Vitória. Ele estuprava uma das atendentes da loja, quando a proprietária do local, que tinha acesso às câmeras pelo celular, percebeu uma movimentação estranha e acionou a Polícia Militar. 

Antes de ser preso, o suspeito tentou estrangular a atendente, a ameaçou e obrigou a vítima a dizer para militares, que conseguiram entrar no local e que estavam no primeiro pavimento, que ele era “amigo” da mulher e que estava tudo bem. Antes disso, durante o estupro, o homem filmou todo o ato em um celular da loja, que era carregado no provador onde aconteceu o abuso. 

Ele acabou preso e foi levado para uma Unidade de Saúde de Vitória, onde ao realizar um teste, foi diagnosticado com Sífilis (doença sexualmente transmissível),sendo levado para o Plantão Especializado da Mulher (PEM), em Vitória.

Lá, ele foi autuado por tentativa de roubo, ameaça, lesão corporal, estupro, exposição a perigo de contágio venéreo, violência psicológica contra a mulher, registro não autorizado de intimidade sexual (por estar filmando o ato), resistência e crime de falsa identidade. Um mandado de prisão pelo mesmo crime, também foi cumprido. 

A vítima  fez exame de corpo de delito, passou por tratamento ambulatorial e pelo acolhimento da Assistência Social da Polícia Civil.

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