Um frentista de 38 anos e seu cunhado, levaram um susto, no início da manhã desta terça-feira (23), em Barramares, Vila Velha, ao serem abordados por dois bandidos armados. Um deles chegou a apontar uma arma de fogo para cabeça do frentista e exigiu a chave do carro da vítima.
O fato aconteceu nas proximidades de uma lagoa que fica no bairro Barramares, Vila Velha, às 7h30, quando os ladrões, que chegaram no local a pé, anunciaram o roubo às vítimas.
Minutos antes do crime, um dos ladrões teria furtado um facão de um outro homem que estaria pescando nos arredores da lagoa e usado o objeto para ameaçar as vítimas.
O frentista contou que tinha acabado de chegar no local para mais uma pescaria, como de costume. Ele estava na companhia de seu cunhado, quando a dupla criminosa se aproximou deles.
“Um desses já chegou apontando a arma para minha cabeça, perguntando de quem era o carro que estava estacionado. Para não perder minha vida, eu entreguei a chave”, disse o frentista.
Ao ter acesso a chave do carro, os ladrões entraram no veículo e fugiram sentido Morada da Barra. Desesperado por ter perdido o seu veículo, o frentista revela que chegou a procurar pelos criminosos horas mais tarde.
“Era o carro da família. Todo mundo da minha casa utiliza esse carro, por isso, eu fui para casa, peguei outro carro e saí pelas ruas de onde aconteceu o crime, atrás dos bandidos, mas às 9h, a PM me ligou dizendo que meu carro havia sido encontrado”.
O carro foi localizado no bairro Morada Da Barra e levado pela polícia até a 2ª Delegacia Regional de Vila Velha, onde acabou liberado pelo frentista na noite desta terça.
Para a vítima, o que fica é o sentimento de injustiça, já que os bandidos não foram encontrados. “A gente trabalha tanto, passa por um momento difícil em meio a essa pandemia e vai pescar para esfriar a cabeça, só que acaba voltando para casa assustado com tamanha bandidagem”.
Até o fechamento desta matéria nenhum suspeito pelo crime havia sido preso. Por meio de nota, a Polícia Militar disse que tem e esforçado diariamente e cada vez mais na prevenção e repressão criminal e que ações repressivas e preventivas têm ocorrido em locais indicados pelo mapa do crime.
