“Essa página tem que ser arrancada da nossa história”. Desta forma o comandante geral da Polícia Militar no Espírito Santo, coronel Nylton Rodrigues, define a greve da corporação, que completa um ano neste domingo (4).
O movimento tomou corpo em 3 de fevereiro do ano passado e, no dia seguinte, a paralisação havia se instaurado, com familiares na frente dos batalhões. Mortes, assaltos e prejuízos de milhões de reais afetaram o Estado por inteiro.
Moradores ficaram reféns dentro de casa, num momento em que militares e veículos blindados das Forças Armadas e da Força Nacional tiveram de assumir o patrulhamento ostensivo, principalmente na Grande Vitória.
“Tentaram colocar fogo em nosso Estado em prol de projeto eleitoral”, destaca o coronel, que assumiu o comando da PM em 6 de fevereiro de 2017, o dia com mais mortes no Estado: 42 homicídios.
A reportagem completa você lê na edição deste domingo do jornal A Tribuna.
