
“O investigado responderá pelo crime de compartilhamento de arquivos contendo pornografia infantil, art.241-A da Lei 8.069/90, em que a pena varia entre 2 a 6 anos de reclusão e poderá ainda responder pelo crime de posse de arquivos, no caso de flagrante quando do cumprimento da busca, art.241-B, cujas penas variam de 1 a 4 anos de reclusão”, explicou a PF.
A investigação partiu da Operação Salvaguarda II, realizada no dia 30 de outubro de 2018. Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados em Vila Velha e Serra, na região metropolitana, e Santa Maria de Jetibá, na serrana. Um homem foi preso na época.