
A informação da motivação foi confirmada ao UOL por fontes da investigação do caso. A vítima contou em depoimento à Delegacia de Defesa da Mulher que estava há um mês no barril, amarrado com correntes e cadeados.
Vizinhos também foram ouvidos pela Polícia Civil e relataram que não tinha contato com o menino desde o fim de dezembro. No hospital, após ser resgatado da casa, ele afirmou que viu o réveillon de dentro do barril.
Ainda de acordo com o UOL, a investigação também constatou que a criança não estava matriculada em nenhuma escola em 2020. Por isso, a promotora Adriana Vacare Tezine, do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), pediu o indiciamento do pai por abandono intelectual e aguarda decisão da Justiça.
Quando foi retirado da residência pelos policiais, a vítima perguntou o que aconteceria com o pai. Já no hospital perguntou se o acusado estava bem.
A criança aguarda definição da Vara da Infância e Juventude sobre o que vai acontecer daqui pra frente, ainda segundo informações do UOL.