
A vítima foi identificada como Welder e também era morador de rua. Ele foi espancado até a morte com socos e pontapés. O suspeito de praticar o crime é um porteiro de 30 anos de idade, que teria tido o seu aparelho celular furtado pelo lavador de carros há alguns dias.
“Se ele roubou, ele vai ‘segurar o pepino’ sim. Não é pegar um ladrão desprevinido e chegar batendo. Acho que isso não deve ser feito com ninguém”, continuou o amigo da vítima.
No momento da agressão, o porteiro estava acompanhado de um amigo, que afirma não ter agredido a vítima. Porém, populares que presenciaram a agressão disseram que ele não permitiu que as pessoas impedissem os socos e pontapés no lavador de carros.
“Em nenhum momento eu o vi agredindo o Welder. Também não o vi impedindo a população de separar. Ele estava puxando o agressor de cima do Welder”, afirmou o também lavador.
Com o braço direito quebrado por, segundo ele, ter sido vítima de uma injustiça, o lavador de carros disse que se viu no lugar de Welder no momento das agressões.
“Também me vi naquela situação. No meu caso, fui confundido e quebraram meu braço à toa. No caso dele (Welder), eu não pude fazer nada porque estou impossibilitado. Se eu pudesse, se soubesse que aconteceria aquilo, mesmo com esse braço, eu iria para cima do agressor”, lamentou ele.