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Polícia

Jovem é estuprada ao voltar da feira em Viana

A volta para casa, após fazer compras na feira do bairro Universal, em Viana, se transformou em pesadelo, para uma técnica de enfermagem, de 20 anos. ...

Técnica de enfermagem procurou o Plantão da Mulher, em Vitória, e registrou ocorrência. Polícia caça criminoso

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A volta para casa, após fazer compras na feira do bairro Universal, em Viana, se transformou em pesadelo, para uma técnica de enfermagem, de 20 anos. A jovem foi raptada, agredida e violentada sexualmente por um maníaco, em um carro prata.

No início da tarde deste sábado (16), a jovem esteve com a mãe, uma dona de casa, de 42 anos, na Plantão Especializado da Mulher (PEM), em Vitória, para registrar a ocorrência. As duas conversaram com a reportagem de A Tribuna.

Segundo a vítima, ela foi abordada pelo suspeito às 17 horas de sexta-feira, quando decidiu passar por uma rua um pouco mais deserta do bairro, já que a principal via de acesso para sua casa estava alagada por conta da chuva.

Quando ela passava pelo local, um carro prata (que ela não sabe o modelo) parou ao lado dela e o motorista ofereceu uma carona. Como a vítima recusou, o condutor abriu uma das portas e puxou a jovem para dentro, com ameaças de morte.

“Ele rodou uns 10 minutos comigo até me levar para uma roça (matagal). Lá, ele fez o que quis comigo”, contou a jovem. Durante a violência, o criminoso xingou a vítima e fez várias ameaças de morte.

Após cometer o crime, o homem mandou que a jovem fosse embora, sob ameaça de que, se ela contasse para alguém, a mataria. Chorando, a mãe da técnica de enfermagem, uma dona de casa, disse que só soube do caso, ontem.

“Eu estava indo para a igreja quando encontrei ela no portão de casa. Minha filha estava chorando muito e não quis me falar o que tinha acontecido. Quando eu voltei, ela já estava dormindo e só me contou hoje (ontem) pela manhã. Por isso, fomos imediatamente para a delegacia”, disse a dona de casa.

A mãe da jovem contou que nunca ouviu falar de casos de estupros na região, embora elas morem no bairro há pouco tempo.

“A gente morava em outro bairro, mas por conta de uma enchente onde perdemos tudo, precisamos nos mudar. Nunca ouvir falar de casos de estupro na região, mas o sentimento que fica em nós, é o de medo”, disse.

O caso segue sob investigação do PEM e até o fechamento desta edição, nenhum suspeito havia sido localizado pela polícia.

Confira a entrevista completa com a vítima, na edição deste domingo do jornal A Tribuna

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