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Polícia

Júri popular de empresário acusado de matar namorada é adiado pela quinta vez

O júri popular do empresário Luiz Cláudio Ferreira Sardenberg, acusado de matar a estudante de Direito, Gabriela Regattieri Chermont, que estava ...

Gabriela Chermont morreu em 1996 aos 19 anos de idade.

Última atualização

Gabriela Chermont morreu em 1996 aos 19 anos de idade. (Foto: Divulgação)

O júri popular do empresário Luiz Cláudio Ferreira Sardenberg, acusado de matar a estudante de Direito, Gabriela Regattieri Chermont, que estava marcado para a próxima terça-feira (3), foi adiado. Essa é a quinta vez que o julgamento do caso é adiado e a família da jovem aguarda há quase 23 anos por uma resposta sobre a morte de Gabriela.

A notícia pegou familiares da estudante de surpresa e eles utilizaram as redes sociais para desabafar sobre mais esse adiamento do júri popular. Um primo da jovem escreveu que é injusto o que estão fazendo com a mãe de Gabriela.

“Toda vez que marcam a data, quando chega perto, os advogados do réu, Luiz Cláudio Sardenberg, conseguem algum motivo para adiar novamente. Vocês imaginam o que é pra (sic) uma mãe ter que se preparar pra (sic) um júri, reviver todas as emoções da perda da filha e não ter júri?”, questionou ele.

A reportagem do Tribuna Online entrou em contato com o escritório de advocacia, que defende o empresário, mas os advogados não retornaram a ligação até a publicação desta reportagem.

Crime

Gabriela Regattieri Chermont morreu após cair do 12º andar de um flat na praia de Camburi, na avenida Dante Michelini, em Vitória, no dia 21 de outubro de 1996. A acusação vai tentar provar que Sardenberg, na época namorado da vítima, teria agredido e atirado a jovem do flat. Já a defesa do empresário vem alegando, ao longo do processo, que a estudante teria se suicidado.  

Por meio de nota, a defesa se manisfestou dizendo que, “Nenhum adiamento foi causado pela defesa, todos os adiamentos decorreram da necessidade de produção de novas provas que não foram solicitados pela defesa. Desta vez, o acusado juntou documentos no tempo processual correto sem ter qualquer responsabilidade com o novo adiamento do júri. As provas técnicas produzidas pela PC, são definitivas em comprovar que Gabriela cometeu suicídio, portanto, é interesse da defesa que esse júri ocorra o mais breve possível”. relatou Raphael Câmara, advogado do empresário.

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