Conversas, pelas redes sociais, entre o filho de 15 anos, diagnosticado com deficiência mental, e o professor de Química de uma escola estadual da Serra fizeram a mãe do jovem procurar a Comissão de Proteção à Criança e ao Adolescente e a CPI dos Crimes Cibernéticos, na Assembleia Legislativa, para fazer denúncia.
Em entrevista ao Tribuna Online, ela explica que sempre manteve uma vigilância sobre as redes sociais do filho E teve o cuidado de olhar as mensagens trocadas com o professor, que seriam de cunho sexual.
“Sou uma mãe muito observadora, muito caxias. Nas mensagens, ele chamou meu filho de sonso e de lento. Também disse ‘você está indo de bermuda, vai ser melhor assim’. Para mim, essas conversas são muito maldosas. Primeiro,um profissional não pode ter um contato particular com o aluno. Isso é inaceitável. Sempre eduquei meu filho para respeitar o professor. Não é normal um profissional ficar chamando um aluno para conversar às 22 horas”.
O deputado estadual Lorenzo Pazolini ressaltou a importância que denúncias sejam feitas por quem estiver passando pelo mesmo tipo de situação. “As pessoas podem vir à Assembleia e procurar a comissão ou ligar para 3382-3690, 3382-3878 ou 3382-5202”, disse.
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