
É o que aponta a linha investigativa que apura a tragédia ocorrida em Linhares. Essa afirmação é de uma fonte que trabalha junto à equipe que está à frente dos trabalhos a serem anexados ao inquérito policial.
“No depoimento prestado pela pastora Juliana Salles, há desencontro de informações. São falas pausadas. Em alguns momentos ela cita uma coisa e em outro se contradiz. Dentro da lei, a testemunha que muda ou inventa no depoimento, pode ser indiciada”, alertou a fonte.
Acrescentou ainda que, nesse caso, o depoente não pode levantar falso testemunho, ficando passível das penalidades da lei. Destacou também que não descarta um novo depoimento da pastora no decorrer do inquérito.
Assim como a pastora, o pastor George também teria apresentado contradições, segundo a polícia. Ele está preso desde o último sábado no Centro de Detenção Provisória de Viana II.
Informações que circularam nas redes sociais afirmaram que o pastor teria cometido suicídio dentro do presídio. Outra mensagem diz que ele não morreu, mas precisou de atendimentos médicos.
Por nota, a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) negou as informações e afirmou que ele, desde o início da prisão, não precisou de atendimento médico.
Outra mensagem, também negada pela polícia, é que o pastor teria confessado o crime após ser preso.
Leia a reportagem completa no jornal A Tribuna desta segunda-feira.