O governo do Estado demitiu Hilário Frasson, acusado de mandar matar a médica Milena Gotardi em setembro de 2017. Ele era investigador da Polícia Civil.
Segundo a publicação no Diário Oficial do Espírito Santo desta segunda-feira (14), data que marca os três anos do assassinato da médica, foi declarada “a incompatibilidade para o exercício de outro cargo ou função pelo período de 10 anos”.
A expulsão da polícia aconteceu no começo de julho deste ano. Ela já havia sido aprovada pelo Conselho da Polícia Civil e foi decidida pelo Conselho Estadual de Correição, que é presidido pela Secretaria de Controle e Transparência do Estado (Secont).
Entenda o caso
Milena foi morta a tiros no estacionamento do Hospital Universitário Cassiano Antonio Moraes (Hucam), em Maruípe, Vitória, no dia 14 de setembro de 2017.
Segundo a polícia, um dos motivos para o crime foi o fato de Hilário não aceitar o fim do casamento. Além do ex-policial civil, o pai dele, Espiridão Carlos Frasson, Valcir da Silva Dias e Hermenegildo Palauro Filho são acusados de participar do crime.
