
Segundo o Governo Federal, essa é apenas uma das linhas de investigações do assassinato, mas ainda não é possível afirmar sobre qual grupo possa ter mandado matar a vereadora.
O presidente da República, Michel Temer, determinou que o ministro Raul Jungmann acompanhe o caso pessoalmente. Na avaliação do Governo, o homicídio deve servir como um “teste” para a intervenção.
Quatro dias antes de seu assassinato, a vereadora denunciou práticas abusivas de policiais em uma favela no Rio de Janeiro.