A Justiça começa a analisar, nesta quarta-feira (25), o caso da universitária Danielly Tavares dos Santos, de 29 anos, que morreu em um acidente de carro em maio de 2017. Danielly morreu momentos depois de sair de uma boate, localizada em Cariacica, onde comemorava o seu aniversário.
O carro em que ela e mais três amigos estavam invadiu a contramão e bateu de frente com outro veículo. Danielly, que estava no 9º período de Enfermagem, morreu na hora.
O caso será analisado na 4ª Vara de Cariacica, à partir das 14 horas. O motorista Ranielli Seixas, de 32 anos, amigo de Danielly, que conduzia o veículo, é acusado de provocar o acidente. Ele teria ingerido bebidas alcoólicas na boate.

“O que eu espero é que ele seja condenado. Se existe Justiça neste mundo, que ele seja condenado e que pague pelos erros dele. Foi irresponsável e levou a minha filha à morte e trouxe consequências aos outros que estavam no veículo. Tem que ser punido. Ele falou que conhecia as ruas de Cariacica e que não iria beber, mas saiu ‘trêbado’ de lá. A minha filha e as amigas confiaram nele. O mínimo que eu posso esperar é que haja Justiça. Se não exisitr a do homem que exista a de Deus”, afirmou.
Na época do acidente, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que o motorista entrou na contramão e acessou a pista no sentido de Viana. Ele teria trafegado na contramão por 300 metros e bateu de frente com um EcoSport prata, que vinha no sentido contrário em uma curva. Os dois ocupantes do utilitário também ficaram feridos.
