
A dona de casa Júnia de Souza Damasceno havia desaparecido há mais de uma semana, após sair para visitar o filho na penitenciária.
Muito emocionada, a filha Thays Damasceno Bonfim, 20 anos, contou que tinha esperança em localizar a mãe viva.
“Não vou poder dar mais um abraço na minha mãe. Eu não sei nem explicar o que estou sentindo. Além de mãe, ela era minha melhor amiga. Ela esteve comigo nos meus piores momentos. Foi ela que cuidou de mim. Nas dificuldades ela foi me levantar”, disse.
A universitária ainda afirmou que “foi muita maldade o que fizeram com a minha mãe. Ela era tão boazinha. Quem fez isso com ela não tem alma, não é nem ser humano.
Por meio de nota, a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) informou que “o corpo foi encontrado em uma área externa, às margens da BR 101 e fora do Complexo de Xuri. A Sejus esclarece que é responsável pela guarda e proteção das unidades prisionais do Estado, que possuem infraestrutura de segurança adequada para o monitoramento intramuros e nas áreas que fazem parte dos Complexos que são de sua responsabilidade. A Sejus ressalta também que conta com uma Diretoria de Inteligência Prisional e que colabora com o trabalho realizado pela Polícia Civil”.
