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Polícia

Mulher mata irmão com facada após discussão dentro de casa em Cariacica

Discussão entre os irmãos teria começado após a suspeita tentar agredir a mãe

Vítima foi identificada como Patrick da Silva Alves, de 30 anos
Foto de perfil de Ana Carolina Carnelli

Ana Carolina Carnelli

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo e pós-graduada em Marketing e Mídias Digitais pela Universidade de Vila Velha. Tem experiência em escrita de textos jornalísticos, apresentação de podcasts, produção, assessoria de imprensa e cobertura de eventos. Também já atuou na criação e edição de conteúdo para mídias sociais.

Última atualização


Um homem de 30 anos morreu após ser atingido com um golpe de faca desferido pela própria irmã, dentro da residência da família no bairro Nova Rosa da Penha I, na madrugada deste domingo (30). De acordo com informações da TV Tribuna/Band, a discussão entre os irmãos teria começado após a suspeita tentar agredir a mãe. 

Testemunhas relataram que a suspeita estaria em abstinência de drogas e apresentando comportamentos agressivos. Ela teria hostilizado a mãe e tentado agredi-la com um pedaço de madeira. Diante da situação, a vítima, identificada como Patrick da Silva Alves, teria entrado na frente da mãe para defendê-la. 

Os irmãos teriam entrado em luta corporal e a suspeita teria atingido a vítima com uma facada na região da virilha. Após o crime, a mulher deixou o local. 

Segundo a Polícia Militar, a vítima chegou a ser socorrida para um Pronto Atendimento da região com a ajuda de um tio, mas não resistiu e morreu durante o atendimento. 

Seis horas após o crime, sabendo da morte do irmão, a mulher procurou a Delegacia Regional de Cariacica e confessou o crime. Durante o depoimento, a suspeita teria afirmado que o irmão desferiu um golpe de ‘mata-leão’ contra ela, e que teria desferido a faca para se defender. A mulher ainda afirmou que, após o crime, teria tentado reanimar o irmão, sem sucesso. 

Após o depoimento, a suspeita foi liberada pela autoridade policial, que entendeu que a mulher agiu em legítima defesa. O caso segue sob investigação da Polícia Civil. 



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