Pela primeira vez desde que ocorreu a tragédia com os filhos Kauã e Joaquim, no último dia 21 de abril, a pastora Juliana Sales concedeu, no início da noite dessa terça-feira (5), uma entrevista em que falou com exclusividade ao jornal A Tribuna.
Ainda bastante abalada, a pastora disse que sua rotina tem sido difícil. Ela ainda chora muito, não consegue dormir e diz não ser capaz de acreditar que o assassino descrito pela polícia é o homem com quem se casou.
A Tribuna – Após toda a tragédia ocorrida com a sua família, como a senhora está se sentindo hoje?
Juliana Sales – Está sendo muito difícil. Até hoje não consegui viver, de fato, o luto dos meus filhos, a perda deles (choro).
Em qual versão a senhora acredita, na divulgada pela polícia ou na do seu marido?
Estou confusa. Eu, como esposa do George há cinco anos, não consigo ver que foi com esse homem que a polícia descreveu que eu me casei.
Acompanhou a entrevista coletiva da polícia pela TV?
Sim. Eu não consigo acreditar. O George sempre foi um bom pai e bom marido. Ele nunca teve traço nenhum daquilo que eles falaram, nunca. Ele era um exemplo para os filhos dele. O Kauã falava que queria ser igual ao pai George. Ele era referência dos meus filhos.
A entrevista completa você lê na edição desta quarta-feira (6) do jornal A Tribuna, na versão impressa ou digital (clique aqui para mais informações).
