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Polícia

Novas testemunhas no caso Milena são ouvidas nesta terça

Foram retomadas na manhã desta terça-feira (30) as audiências do caso Milena Gottardi, no Fórum Criminal de Vitória, na Cidade Alta. Para esta terça, ...

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Milena foi executada. O marido dela, Hilário Frasson é acusado de ser o mandante do crime. Fotos: Acervo pessoal e Thiago Coutinho

Foram retomadas na manhã desta terça-feira (30) as audiências do caso Milena Gottardi, no Fórum Criminal de Vitória, na Cidade Alta. Para esta terça, as defesas dos réus convocaram 12 testemunhas, mas apenas nove serão ouvidas. Isso porque duas estão viajando a defesa de dois dos réus abriu mão do depoimento de uma terceira.

Duas testemunhas intimadas pela defesa de Esperidião Frasson foram ouvidas a partir das 9h30: os irmãos Pedro Nascimento Lima e Valdemir Nascimento Lima, que trabalham com café. Em seguida foi ouvida uma testemunha intimada pela defesa de Hilário Frasson: João Guilherme Souza, assessor do desembargador Ney Coutinho. Segundo o advogado de Hilário, Homero Mafra, esse depoimento terminou por volta das 11h15.

Neste momento é feito um intervalo e os depoimentos seráo retomados às 13h. Nesta tarde, seis testemunhas devem ser ouvidas.

Entre os depoimentos mais esperados está o do chefe da Polícia Civil, delegado Guilherme Daré, que foi chefe do policial Hilário Frasson. Outro depoimento bastante aguardado era o do Pedro Luchi, que casou o réu com a médica Milena Gottardi. Mas o padre está viajando e não será ouvido nesta terça.

As audiências ocorrem no Salão do Júri, sob o comando do juiz Marcos Pereira Sanches, as audiências são fechadas ao público.

A defesa de Dionathas Alves, réu confesso da morte da médica, e Bruno Broetto, acusado de conseguir a moto para Dionathas usar para no crime, tinha arrolado apenas uma testemunha, que foi dispensada.

Já Valcir da Silva Dias, de 49 anos, terá duas testemunhas e Hermenegildo Palauro Filho, de 52, apenas uma. Os dois são acusados de intermediar o assassinato.

Os réus chegaram ao fórum pouco antes das 9h.

Ao final dos depoimentos desses dois dias, o juiz Marcos Pereira Sanches deve marcar uma nova data para ouvir das testemunhas que estão viajando. Após esses depoimentos, ele decide se os acusados vão ou não a júri popular.

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