
O médium está preso desde dezembro de 2018.
Os depoimentos das vítimas foram encaminhados para o Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO). O MPES integra a força-tarefa criada pelo MPGO para apurar o “Caso João de Deus” desde dezembro de 2018.
Os casos denunciados foram registrados em Abadiânia, município de Goiás, local em que o médium mantinha um centro espiritual.