
Rainy chegou ao local por volta das 11h10 e permaneceu por 50 minutos, onde prestou depoimento a um delegado do local.
O titular da delegacia, Rodrigo Sandi Mori, não estava presente ao depoimento, solicitado pelo delegado de Linhares, Romel Pio Júnior, que apura o caso. O pai foi ouvido pelo delegado adjunto da DCCV da Serra, Daniel Fortes.
Um mês após a morte do filho, Rainy ainda não havia sido chamado para depôr no inquérito que apura as causas do incêndio que matou Kauã e o irmão Joaquim, filho do pastor George Alves (que está preso no Centro de Detenção Provisória de Viana, desde o dia 28 de abril) e da pastora Juliana Alves (ex-mulher de Rainy).
“A dor da perda continua, mas saber o que de fato aconteceu naquele dia, vai nos deixar mais tranquilo”, afirmou Rainy, em entrevista ao Tribuna Online.