
“Eu jamais imaginei que ele pudesse ter qualquer tipo de envolvimento nisso. Ele sempre tratou meu filho muito bem. O Kauã nunca reclamou dele comigo, de maus-tratos, de nada mesmo”, disse o pai da criança.
O comerciante explicou que o relacionamento com a ex-mulher era tranquilo, mas que ele não tinha muito contato com o pastor.
“Meu relacionamento com ela sempre foi bom, depois da separação. Eu só não era muito próximo do George, mas nada que impedisse nós dois de manter um bom relacionamento”, relatou.
Ainda segundo Rainy, no dia da tragédia, ele chegou a se encontrar com George no local do incêndio.
“Eu cheguei a abraçá-lo no dia. Na minha cabeça, ele estaria muito abalado, pois eu estava. Tentei passar um pouco de força para ele, e ele me pediu perdão. Na hora, eu não entendi, mas ele sempre tinha feito coisas boas para meu filho”, disse o pai em prantos.
Rainy contou ainda que, ontem pela manhã, havia recebido notícias por meio da imprensa, de que o pastor George Alves “tinha alterado a cena dentro do imóvel incendiado” e que isso o fez se sentir impotente.
“Recebi essa notícia com muita tristeza, porque eu me senti e me sinto impotente por não ter feito nada”, disse.
Sobre a saudade que sente do pequeno Kauã, o pai falou que sempre que lembra do filho, ele começa a chorar.
Leia a reportagem especial do jornal A Tribuna deste domingo.