
O magistrado afirma que o casal buscava uma ascensão religiosa e visava aumentar a arrecadação da igreja liderada pelo pastor George, como é conhecido. Diz ainda que a intenção de George era usar as mortes do filho e do enteado em seu benefício.
“O acusado GEORGEVAL era líder da ‘Igreja Ministério Batista Vida e Paz’ nesta urbe, conhecido como “Pastor George” e buscava, em parceria com a denunciada JULIANA, conhecida como “Pastora Juliana”, uma ascensão religiosa e aumento expressivo na arrecadação de valores por fiéis e, para essa finalidade, ceifou a vida dos menores Kauã e Joaquim para se utilizar da tragédia em seu favor”, diz a decisão.
Outro trecho do texto diz:
“Embora toda a vida levada pelo denunciado GEORGEV AL, a ré JULIANA o apoiava em seus propósitos em ascender na igreja, angariando fiéis e dominar a cidade de Linhares/ES, alcançando, assim, qualidade de vida financeira até então não experimentada por eles”.