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Pedreiro foi morto sem possibilidade de defesa na Serra, conclui polícia

A Polícia Civil, por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), concluiu o inquérito que investigava a morte do pedreiro ...

Aloísio da Silva tinha 43 anos de idade e foi morto na manhã desta terça-feira

Última atualização

Aloísio da Silva tinha 43 anos de idade (Foto: Acervo Pessoal)A Polícia Civil, por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), concluiu o inquérito que investigava a morte do pedreiro Aloísio da Silva Bandeira, de 43 anos. O autor, Mario Cesar Gadiol, de 30 anos, foi indiciado por homicídio qualificado por impossibilidade de defesa da vítima. Ele já se encontra preso desde o dia oito de agosto, quando foi cumprido mandado de prisão temporária em seu desfavor.

“Na conclusão do inquérito, nós representamos pela conversão da prisão temporária em preventiva, para que o suspeito permaneça preso enquanto o processo tramita na justiça. Tomamos esta decisão porque ficou comprovada a periculosidade do indiciado. Inclusive, ele foi reconhecido por vítimas de um outro crime, que também é investigado pelo DEIC”, explicou o chefe do Departamento, delegado Romualdo Gianordoli.

O crime ao qual o delegado se refere foi um roubo, cometido em 26 de junho, no bairro Nova Betânia, em Viana. Ele e mais dois comparsas utilizaram armas de fogo para render duas vítimas durante um roubo a uma residência. O caso ainda está sob investigação.

Homicídio qualificado

O delegado concluiu que, ao cometer o homicídio que vitimou Aloísio, Mário Cesar não deu chance para que a vítima se defendesse. O pedreiro foi assassinado por volta das seis horas da manhã do dia 06 deste mês, a caminho do trabalho, em Novo Horizonte, Serra. O autor se aproximou de moto, atirou contra a vítima e fugiu levando a mochila.

A dinâmica levou à suspeita de crime de latrocínio, no primeiro momento, mas as investigações concluíram que trata-se de crime de homicídio.

“O autor confessou o crime e afirmou que a vítima estuprou a filha dele, há cerca de três anos. Na época, a menina tinha entre oito e nove anos. Durante as investigações, mais quatro vítimas de violência sexual foram identificadas, incluindo a filha de Aloísio, que hoje, é adulta”, explicou o delegado.

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