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Polícia

PF mira esquema de falsificação de documentos públicos e particulares no ES

De acordo com a corporação, há evidência de falsificaçòes de históricos escolares, certificados de cursos, atestados e laudos médicos, entre outros

Nesta sexta, foi cumprido um mandado de busca e apreensão na cidade da Serra
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Andressa Antunes

Jornalista formada pela Universidade Federal do Espírito Santo, atua como repórter multimídia no jornal A Tribuna e portal Tribuna Online. Possui experiência nas áreas de assessoria de imprensa, gestão estratégica de redes sociais, cobertura de eventos e produção de videocasts.

Última atualização



Uma operação da Polícia Federal realizada nesta sexta-feira (28) teve como alvo um esquema de falsificação de documentos públicos e particulares no Espírito Santo.

De acordo com a corporação, a investigação aponta que foram confeccionados históricos escolares, certificados de cursos, atestados e laudos médicos, carteiras de vacinação, carteiras de trabalho digitais com vínculos fictícios, contracheques, certidões negativas e outros registros falsificados.

Nesta sexta, foi cumprido um mandado de busca e apreensão na cidade da Serra. O objetivo é coletar novos elementos para a investigação, em especial computadores, mídias, impressoras e outros objetos usados na atividade ilegal, bem como o acesso a dados armazenados em dispositivos eletrônicos.

“As diligências tiveram início após a prisão anterior, em flagrante, de um envolvido no esquema, que permitiu a revelação quanto à produção de documentos fraudulentos, mediante ao pagamento de vantagem econômica”, explicou a Polícia Federal.

Ainda de acordo com as apurações, os materiais eram elaborados diante do envio de dados pessoais pelos interessados e pelo pagamento via transferência eletrônica, o que indica uma atuação criminosa contínua e com padrão considerado profissional pela polícia.

A investigação apura ainda, a utilização de equipamentos e sistemas digitais para a produção dos documentos falsos, além dos possíveis prejuízos causados a instituições públicas e privadas.

Segundo a Polícia Federal, os investigados podem responder pelos crimes de uso de documento falso, falsificação de documento público e falsificação de documento particular. As penas previstas, somadas, podem atingir até 13 anos de reclusão, além de multa, conforme a quantidade de documentos falsificados identificados durante a investigação.



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