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Polícia

PM do Rio de Janeiro suspeito de feminicídio é preso no ES com armas e R$ 160 mil

Corpo da companheira do suspeito foi encontrado em um carro que chegou a sofrer uma tentativa de incêndio

Com o suspeito, foram apreendidas armas e R$160 mil em dinheiro

Última atualização



Um policial militar do Rio de Janeiro foi preso com armas e R$ 160 mil em Cachoeiro de Itapemirim. Ele é suspeito do assassinato da companheira e de tentar atear fogo em um carro onde estava o corpo.

Mary Cristina dos Reis foi morta na terça-feira (14), segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, que não informou as circunstâncias da morte. O corpo foi encontrado nesta quarta-feira (15), em um carro que chegou a sofrer uma tentativa de incêndio.

Suspeito do crime, o policial militar era companheiro da vítima, de acordo com a Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), responsável pela investigação.

Os policiais civis do Rio descobriram que o PM estava em outro carro, seguindo em direção ao Espírito Santo. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada para ajudar na localização dele.

O homem foi preso pela Polícia Militar capixaba e encaminhado ao sistema prisional. Foram apreendidos armas e munição, além de R$ 160 mil.

O suspeito foi autuado em flagrante por feminicídio e porte ilegal de arma de fogo, segundo a Polícia Civil.

À reportagem, a PM do Espírito Santo informou que a Corregedoria Geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro acompanhou a ocorrência. A reportagem tenta contato para saber quais medidas serão tomadas. Se houver retorno, o texto será atualizado. Como o nome do suspeito não foi divulgado, não foi possível localizar a defesa. O espaço segue aberto para manifestação.

EM CASO DE VIOLÊNCIA, DENUNCIE

Ao presenciar um episódio de agressão contra mulheres, ligue para 190 e denuncie. Casos de violência doméstica são, na maior parte das vezes, cometidos por parceiros ou ex-companheiros das mulheres, mas a Lei Maria da Penha também pode ser aplicada em agressões cometidas por familiares.

Também é possível realizar denúncias pelo número 180 -Central de Atendimento à Mulher- e pelo Disque 100, que apura violações aos direitos humanos.



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